Muitos assuntos têm martelado no meu coração. Tenho pensado e refletido sobre muitas coisas. E uma dessas coisas é a respeito de LIMITES. Qual é o meu limite e o limite do outro? Parece algo simples, mas não é.

Eu fui uma criança sem limites, uma adolescente sem limites e quase uma adulta sem limites. Aprendi na marra o que é respeitar e ser respeitada e, confesso, ainda tenho aprendido. Mas sabe? Nós ultrapassamos os limites do outro, às vezes, em mínimas coisas: quando exigimos um tempo, quando cobramos um convite, quando perguntamos algo, quando pedimos o que não deveríamos.

Tenho vários exemplos. Vou contar um que é ficção, mas bem parecido com um real. Uma amiga está se separando do marido. Eu percebi a situação, porém NÃO PERGUNTEI. Por quê? Porque se tivesse perguntado estaria “obrigando-a” a contar algo que ela não queria contar naquele momento. Isso não é preocupação, é ABUSO. Preocupação você pode mostrar de outra forma, carinho você pode mostrar de outra forma. Esse é um exemplo simples e, talvez, um pouco radical. Mas tenho aprendido que eu só devo saber o que a pessoa QUER me contar, eu só devo ir até onde a pessoa DEIXA eu ir. Ninguém é obrigado a falar com você, a ser sua amiga ou, até mesmo, a te amar. E não temos o direito de cobrar essas coisas. Tudo isso é conquistado, é alcançado, é um caminho a percorrer e não uma exigência a fazer.

Uma amiga está grávida, porque as pessoas têm que perguntar isso para mim, me obrigando a ser “indelicada” ao não responder, se a própria pessoa não quis contar?

Posso estar sendo radical, mas acho que toda cobrança ultrapassa os limites do outro, pois se você está cobrando é porque ele não te deu, se ele não te deu é porque não quis dar. Simples. Conquiste, não exija!

Eu aprendi isso debaixo de muita mágoa, muitas lágrimas, muita tristeza. Mas, aprendi. E sou feliz, porque me policio a amar, só por amar e não para ser amado. A dar por amor e não com intenções de troca. A viver plantando, tendo a consciência de que a colheita pode não vir daquela terra, mas virá, com certeza, virá.

Tenho me irritado com a ausência de limites das pessoas. Quem pode cobrar, sabe que pode, simplesmente, por causa da relação estabelecida ao longo dos anos. O abuso se dá quando a cobrança é usada para criar uma relação e uma consideração que não existe.

Precisamos repensar as nossas atitudes, porque nos magoamos com os outros com a idéia que de estamos certos, mas, na verdade, ninguém nos deve nada e ninguém é obrigado a nada. Cada um dê conta de si mesmo. Não cuide do outro, cuide de você.

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Olá, Queridos!

Fiquei bastante tempo sem escrever, porque eu gosto de falar sobre aquilo que tenho sentido e vivido. E, existem muitos momentos em que há o silêncio. Da nossa parte, da parte de Deus. E vamos vivendo, até que algo novo acontece, até que Deus se manifesta, até que algo muda em nosso interior.

O ser humano, acho que por natureza, se acostuma com as situações ao seu redor. Não vou generalizar, mas a maioria sim. Somos o ambiente que vivemos, somos aquilo lemos, somos nossos amigos, somos o que ouvimos, somos com quem andamos … Salvo, quando estamos em Deus, com o coração nEle, o tempo inteiro, sem piscar… Assim, seremos o que Ele é. Se andarmos com Ele, se convivermos com Ele, se falarmos com Ele, seremos o que Ele é. Que tremendo isso!

Ontem, tive uma experiência muito tremenda. A Ana Paula Valadão e seu esposo Gustavo Bessa estiveram na minha igreja. E o que Deus falou comigo, foi, exatamente, o parágrafo acima. Vou explicar… Eles têm uma essência muito pura, muito verdadeira, muito sincera, eles são o reflexo do caráter de Deus, da simplicidade de Deus, da humildade de Deus. E foi isso que eu enxerguei na pregação do Pastor Gustavo. E o que veio ao meu coração foi: voltar a essência, a essência da adoração… passei a noite ouvindo a música do Quilan. “Estou voltando a essência da adoração e a essência és tu”

Durante os dois anos em que eu morei em BH aquilo que eu vi ontem, a essência que eu vi ontem fazia parte da minha vida e do meu coração. O que me importava era Deus, o que fascinava era Deus, o que me atraía era Deus, o que eu queria era Deus… não me importava nada e nem ninguém… eu tinha uma sede incontrolável do Senhor e a minha essência era agradá-lo, ainda que eu errasse.

Ontem eu fui muito tocada a voltar, voltar para esse lugar de adoração… Não sei onde isso se perdeu, mas é muito comum sermos cristãos isentos da verdadeira adoração. E eu não quero isso para minha vida. Quero entoar, em todo tempo, cânticos com a minha vida, cânticos com as minhas palavras, cânticos com as minhas atitudes, cânticos com os meus relacionamentos, cânticos de adoração e que exaltem ao Senhor, porque a minha vida tem que ser um salmo de adoração e gratidão.

Engraçado. Existem dias que eu não faço idéia do que vou escrever, outros, como hoje, eu tenho dois assuntos e estou aqui em um dilema sobre qual usar. Apesar de hoje não ser um dia bom, pelo menos para mim. Sinto-me triste e nem sei explicar o porquê. São algumas coisas que vão acontecendo e a gente perde um pouco controle delas. Mas, nada que uma boa noite de sono, uma leitura da palavra e uma oração não resolva.

Tenho pensado muito esses dias em como tratar o nosso irmão. Às vezes, somos tão soberbos. Da maneira que eu enxergo, existem as pessoas que são soberbas e as que têm atitudes soberbas. Durante a minha caminhada, pude perceber que a soberba, ou a altivez, caminha ao lado do complexo de inferioridade. A altivez é uma defesa daqueles que sentem inferior. Da mesma forma, soberba e arrogância andam juntos. A arrogância é uma manifestação da soberba interior. Deu para entender? Aquele que sabe quem é EM CRISTO não precisa ser altivo, pois sabe que tudo que tem e que é vem dEle.

Lembro-me de uma experiência que eu tive quando ainda era tão novinha na fé. Eu sempre fui muito auto confiante, mas ao mesmo tempo com sentimentos de rejeição. Super contraditório e incoerente, mas enfim, era eu. Rs Eu estava em uma acampamento da minha primeira igreja e em um determinando momento de oração a sós, Deus me mostrou muitas atitudes minhas de altivez e arrogância. Passou um filme na minha cabeça, de cada atitude, de cada sentimento interior. Foi muito duro. Mas a minha rejeição e a minha inferioridade transformou aquela exortação de Deus em auto comiseração. Hoje, eu enxergo isso. Na época, não via um palmo além dos meus próprios sentimentos egoístas. Isso faz cerca de 12 anos.

Desde desse dia, eu passei a ter muito medo de ser uma pessoa altiva. Em todo o tempo, eu busco em mim lugares que precisam do Senhor. Eu digo que precisam do Senhor porque os lugares que Ele já passou, no meu interior, refletem o seu caráter. Entretanto, ainda há os que Ele precisa passar.

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus…” Filipenses 2:3-5

O verdadeiro sentimento de humildade está em reconhecer o seu irmão como superior a si mesmo. Isso é difícil, né? Pelo menos para mim é, não sei para você. Existem algumas pessoas que, naturalmente, consideramos superior: o pastor, um líder, um irmão ou outro. Mas a palavra não se refere somente a esses. Jesus sabia quem Ele era, Jesus era íntimo do pai, era e é melhor do que qualquer um de nós, mas não se fez assim. Pelo contrário, serviu e “foi o pior”. Jesus fez isso com verdade e não com máscaras. Esse era o verdadeiro sentimento do seu interior: servir, tomar a forma de homem, mesmo sendo Deus e ser “como um de nós”. Que ironia! Jesus, o Mestre dos mestres, Senhor dos Senhor, Príncipe da paz, Estrela da manhã… se fez como nós, se colocou numa posição “abaixo”de nós. E, eu e você, que não somos NADA, absolutamente, NADA, nos sentimos superiores, nos achamos melhores, achamos que temos o direito disso ou daquilo.

Não tenho escrito esses textos voltados para o relacionamento entre irmãos porque alguém me feriu não. Essa palavra não é indereta para ninguém. Ela é para mim, é para eu aplicar,é o que Deus tem falado comigo. Considere o seu irmão superior. Sabe o que é mais difícil? Interiorizar isso com verdade. Sentir isso. Uma coisa é você tomar atitudes “forçadas”, a fim de cumprir a Palavra, outra coisa é você SER como JESUS e, de fato, viver dessa forma na carne.

Exalar esse amor, é isso que eu quero. O amor que vem do Pai. Se tem uma coisa que eu gostaria de ser e não consigo é ser mansa. A minha voz é agressiva. Em muitos casos, não necessariamente, eu estou sendo agressiva, mas o tom da minha voz, muitas vezes, sugere isso. E eu oro para que eu tenha a mansidão, o amor, a paciência, a humildade que vem de Jesus. Quero impresso em mim o Seu caráter, quero exalar o seu perfume, quero transmitir o seu amor, a sua vida.

Que eu e você possamos aprender a tratar nossos irmãos, filhos de Deus, da forma que Deus trata!

Deixando um pouco as minhas crises e os meus propósitos de lado, até porque elas já passaram, porque aconteceram tantas coisas boas durante essa semana… Acho que Deus me tirou da fornalha para me dar um refrigério. Daqui a pouco, ele me coloca na bigorna de novo para ser tratada mais um pouco. E assim é a nossa vida com Deus: Ele nos trata, somos aprovados (ou não, né?), há um renovo, um descanso e voltamos para o fogo. Se estamos sendo tratados é porque Deus não desistiu de nós e é essa certeza que nos faz caminhar cada dia mais, mesmo diante das adversidades.

Durante a minha tentativa de abstinência (rsrs), eu vi muitos vídeos e, durante o meu intenso passeio pelo youtube, encontrei um vídeo da Ana Paula Valadão, onde ela desabafa sobre as críticas. Esse vídeo falou muito comigo. Por que nós somos tão rápidos para criticar e tão tardios para elogiar? Por que os defeitos das pessoas, das coisas, das situações, do pastor, dos cultos, do cantor, do namorado, do marido, do amigo, do professor… salta tão rapidamente aos nossos olhos e demoramos muito tempo para encontrar uma qualidade? Por que quando alguém erra conosco ficamos remoendo aquela mágoa durante tanto tempo, mas quando erramos com as pessoas exigimos perdão? Não é estranho que nós, como cristãos, seguidores de Cristo, tenhamos esse comportamento?

“Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.” Filipenses 1:18.

Amados, devemos nos preocupar em pregar o evangelho puro e simples: Cristo crucificado. Isso que importa! Se A falou isso, se B falou aquilo, se C me magoou ou se D não se comporta da forma que eu acho certo, não importa. Às vezes, criticamos homens de Deus por bobagens, homens que dão a sua vida pelo evangelho, que buscam viver de maneira santa, mas que, por causa de um simples erro, está condenado ao fogo eterno por nós, o que é pior. O cristão é muito cruel, quando deveria ser o mais amável, porque carrega consigo o amor de Deus.

Se Deus nos julgasse e nos tratasse da forma como tratamos nossos irmãos estavámos fritos, perdidos, condenados ao inferno.  Porque julgamos tanto? Não consigo entender. Não fomos chamados para isso! Fomos chamados para amar, para emprestar o ombro, mesmo quando o irmão está errado. Quer dizer, principalmente quando ele está errado. É tão dificil perdoar, mas é tão fácil exigir perdão. É tão difícil olhar nossos erros, mas tão fácil condenar o irmão.

Nós somos devedores do amor. Temos essa dívida uns com os outros e só nós podemos pagá-la. Ninguém mais. É a única obrigação que nós temos: amar. Deus já fez TUDO por nós. Absolutamente tudo e nos deixou apenas uma ordem: AME! Que vergonha! Não vamos cumprir a única coisa que Ele nos pediu? Ele nos deu tantas e nos pediu uma. O que diremos quando olharmos em seus olhos? “Senhor, me perdoe, mas não fui capaz de amar o meu irmão. Só fui capaz de apontar os seus erros, de exigir atenção, de exigir perfeição, de não perdoar, de condená-lo, de julgá-lo, de jogar terra em cima quando ele estava no buraco.” Não acho que você queria passar por isso.

Esqueça os defeitos, esqueça as diferenças, esqueça as divergências doutrinárias, esqueça as briguinhas, esqueça as fofocas. Somos apenas um! UM!

Conforme me comprometi, estou escrevendo para dizer que não resisti ao meu propósito. Hoje à noite, eu entrei no orkut e no msn. Apesar de apenas três dias longe, parecia que tinha 4 meses que eu não acessava meu msn. Sinceramente, não sabia que seria tão difícil.

Estou escrevendo, porque não quero ser hipócrita e nem falsa. Conforme disse, não adianta fazermos um propósito que não temos condições de cumprir. Pode parecer idiota esse post, mas quero compartilhar com vcs uma dificuldade que eu tenho enfrentado. Não, necessariamente, as ferramentas de relacionamentos, mas sim o que elas fazem no meu interior.

Tenho pensado se essa abstinência total é o melhor caminho. Eu aprendi, durante a minha caminhada, que a fuga nunca traz a cura. O que traz a cura é você ir de encontro ao problema. Todos os meus problemas, eu venci enfrentando. Toda vez que eu fugia, eu me enganava achando que estava bem, mas quando eu dava de cara com ele, percebia que só estava adormecido. com isso, descobri que o que traz a cura é você conhecer o problema, enfrentá-lo e depois encontrar as ferramentas para dominá-lo. E são essas ferramentas que eu preciso buscar, não sei onde elas estão e nem sei quais são.

De uma coisa eu sei: ao Senhor eu sempre buscarei, sempre e sempre, até que ele me responda, até que Ele venha, até que Ele me ajude, até que Ele me mostre o caminho… até que Ele se manifeste ao meu favor, mesmo que esse “ao meu favor” não seja o que eu espero.

Olá, pessoal!

Primeiro, quero agradecer a todos os comentários. Tenham a certeza de que eu fico muito feliz em saber que os meus textos abençoam vidas e servem para ser instrumento de Deus para aqueles leem. Eu os escrevo para isso. Quero ser boca de Deus na Terra. Escrever e falar da Sua palavra, comunicar o que está em Seu coração. Foi para isso que eu nasci! Para adorá-lo, para honrá-lo, para ser usada por Ele. Meu coração está disponível, está disposto para Ele fazer o que quiser e da forma que quiser.

Quanto ao meu propósito, confesso que tem sido muito difícil. Cada um conhece a sua dificuldade. Talvez, para você, ficar sem msn e orkut seja algo ridículo, irrelevante, mas para mim não. Estou vencendo a cada minuto. Ainda estou no segundo dia, mas parece que não acesso o meu msn há semanas.  Quero deixar claro que não acho msn e orkut pecado, mas, no meu caso, estava se tornando um tormento. O orkut é quase um detetive e através dele eu descobria coisas que, se ele não existisse, eu nunca saberia. E, conforme disse anteriormente, essas coisas me desestruturam, desestruturam meu interior e os meus sentimentos e, por isso, resolvi ficar um tempo sem. Coloquei essas limitações diante do meu Pai, porque Ele sabe o que fazer com elas.  Quero deixar claro também que esses sentimentos nada tem a ver com o meu casamento, que, diga-se de passagem, está cada vez melhor.

Sonda-me oh, Deus, conhece o meu coração, prova-me os pensamentos, vê se há em mim algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno. (música de Aline Barros)

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“E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno.” Marcos 9:47

Desde muito novinha na fé, eu leio, penso e falo nesse versículo. Confesso que fazia um tempo que eu não me lembrava dele. Apesar de sempre compreendê-lo, nunca tive a clareza da REAL importância de se praticar o que essas palavras revelam.

Ao contrário do que parece, esse versículo é muito difícil de colocar em prática, simplesmente pelo motivo de, muitas vezes, gostarmos daquilo que nos faz mal. Parece loucura, mas pense em alguém que sofre por causa de um amor não correspondido. Ele ou ela fica deitado na cama chorando, ouvindo aquelas músicas depressivas e pensando em como seria bom se estivesse com ela ou ele. Já levou um monte de foras, mas prefere ficar curtindo aquela fossa, com aquelas músicas lentas que deixam mais para baixo. Ora bolas, se aquele amor te faz sofrer, por que não busca outro? Porque somos viciados em sofrimento. Um viciado em cigarro vive dizendo que vai parar de fumar, que o cigarro faz mal, mas por que não para? Porque gosta de fumar. Se não gostasse, já tinha parado. Quem vai continuar fazendo algo que não gosta? Só maluco. Existem vícios, como se mutilar, gostar de apanhar, entre outros mais sérios, que precisam de acompanhamento psicológico, mas todos eles dão, de alguma forma, prazer ao sofredor, caso contrário, não os teriam.

Eu adorava sofrer, curtia ficar chorando horas na minha cama. Isso fazia com que eu me sentisse a coitadinha, nem que fosse para mim mesma. Esse gostar de sofrer é que impossibilita o cumprimento do versículo, pois ninguém joga fora aquilo que gosta.

Essa semana, tomei uma decisão que já venho adiando há algum tempo. Vou ficar sem MSN e sem Orkut por um mês, a partir de segunda-feira, 4 de maio, usando por duas horas apenas uma vez por semana. Eu decidi colocar esse intervalo, porque não adianta fazer votos que não conseguiremos cumprir. É melhor que não faça.

Eu estou agindo assim porque essas ferramentas de relacionamento têm me feito sofrer. Não vou contar o porquê, mas o fato é que, quando não sabemos usá-las, elas são instrumentos que se voltam contra nós mesmos. Logo, preciso de um tempo. O tempo que eu perdia investigando a vida dos outros, eu gasto investigando a minha vida e conhecendo os segredos do Pai em relação a mim. Será bem mais produtivo. E não pense que está sendo fácil, mas sofrer não é mais a minha praia, e, se esse sofrimento me faz pecar, não vou mais ficar com ele. Lanço fora, coloco diante de Deus, pois Ele vai saber resolver isso melhor do que eu. Só o Senhor me importa, só a vontade dEle me importa. Quero o centro da sua vontade.

Vou procurar, sempre que eu puder, contar para vocês como tem sido a minha experiência e o que Deus tem feito no meu coração. Vou continuar usando o blog e o e.mail.

O que tem te afastado de Deus? Qual o vício que te faz sofrer? Quero te desafiar a fazer como eu e lançá-lo nos braços do Pai.